"Deixa-me, fonte!" Dizia
A flor, tonta de terror
E a fonte, sonora e fria,
Cantava, levando a flor.
"Deixa-me, deixa-me, fonte"
Dizia a flor a chorar:
"Eu fui nascida no monte...
"Não me leves para o mar"
E a fonte rápida e fria,
Com um sussurro zombador,
Por sobre a areia corria,
Corria levando a flor.
"Ai, balanços do meu galho,
"Balanços do berço meu;
"Ai, claras gotas de orvalho
"Caídas do azul do céu!..."
Chorava a flor, e gemia,
Branca, branca de terror,
E a fonte, sonora e fria,
Rolava, levando a flor.
"Adeus, sombra das ramadas,
"Cantigas do rouxinol;
"Ai, festa das madrugadas,
"Doçuras do por do sol;
"Carícia das brisas leves
"Que abrem rasgões de luar...
"Finte, fonte, não me leves,
"Não me leves para o mar!..."
As correntezas da vida
E os restos do meu amor
Resvalam numa descida
Como a da fonte e da flor...
(Transcrito de Rosa, Rosa de Amor, Poemas e Canções)
(Vicente de Carvalho)
Educativo,solidário sempre presente em qualquer ocasião, em qualquer necessidades que se faça presente com ajuda de Deus. Que todas as pessoas que aqui chegarem levem um pouco do que está precisando. Lembrando a cada problema que nosso Deus é sempre maior.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Epicurismo
Epicurismo - fundador, Epicuro descendente da nobreza de Atenas. Em 306 a.C., fundou sua escola no jardim de uma grande casa: Jardim de Epicuro.
Dizia: Deves servir à filosofia para que possas alcançar a verdadeira liberdade.
A alma é corpórea, composta de particulas sutis, difusa por toda a estrutura corporal... Logo que se dissolve inteiramente o corpo, a alma se dissipa, e disseminada perde a sua força e os seus movimentos, de tal modo que ela se torna insensével. (antologia de textos. Epicuro)
O epicurismo afirmava que a filosofia deve servir para libertar o homem do medo do destino, da morte, das divindades seus argumentos: sendo a alma composta de partículas imateriais, muito leve e imperceptíveis - átomos, conceito de Demócrito. Com a morte, os átomos se dispersam e a alma se desfaz. Portanto, Epicuro acreditava que não existia vida após a morte, assim não havia motivo para preocupação com o que podia acontecer no além.
O epicurismo acreditava que existiam diversos mundos e no espaço entre eles, os intermundos, o lugar onde os deuse viviam, completamente desinteressados pelos homens. Logo, se as divindades desprezavam a vida humna, não influenciando em nada a existencia das pessoas. Em suma - a finalidade da vida é o prazer. Esta doutrina afirmava que valores como a amizade, o pensamento, a apreciaçaõ das beleza naturais e das artes sãi formas de obter esa satisfação. A felicidade, a paz esperitual, seria alcançada quando o homem atingisse o autodomínio, i. é, se libertasse de todos os medos e desejos, agindo somente segundo sua vontade.
Dizia: Deves servir à filosofia para que possas alcançar a verdadeira liberdade.
A alma é corpórea, composta de particulas sutis, difusa por toda a estrutura corporal... Logo que se dissolve inteiramente o corpo, a alma se dissipa, e disseminada perde a sua força e os seus movimentos, de tal modo que ela se torna insensével. (antologia de textos. Epicuro)
O epicurismo afirmava que a filosofia deve servir para libertar o homem do medo do destino, da morte, das divindades seus argumentos: sendo a alma composta de partículas imateriais, muito leve e imperceptíveis - átomos, conceito de Demócrito. Com a morte, os átomos se dispersam e a alma se desfaz. Portanto, Epicuro acreditava que não existia vida após a morte, assim não havia motivo para preocupação com o que podia acontecer no além.
O epicurismo acreditava que existiam diversos mundos e no espaço entre eles, os intermundos, o lugar onde os deuse viviam, completamente desinteressados pelos homens. Logo, se as divindades desprezavam a vida humna, não influenciando em nada a existencia das pessoas. Em suma - a finalidade da vida é o prazer. Esta doutrina afirmava que valores como a amizade, o pensamento, a apreciaçaõ das beleza naturais e das artes sãi formas de obter esa satisfação. A felicidade, a paz esperitual, seria alcançada quando o homem atingisse o autodomínio, i. é, se libertasse de todos os medos e desejos, agindo somente segundo sua vontade.
Cinismo
As idéias dos estóicos foram influenciadas pelo cinismo, corrente de pensamentos desenvolvidos no mesmo período de Sócrates. Fundador - Antístenis, ateniense que conheceu o grande filósofo. Pensamento cínico: a maior virtude que m homem pode atingir é a independência frente a todos os acontecimentos da vida. Resumindo: libertar-se dos costumes e das normas sociais através da satisfação apenas das necessidades absolutamente vitais - alimentação e o sono: as demais, impostas pelas regras sociais, deveriam ser desprezadas como a riqueza, o poder e o reconhecimento social. Grande exemplo dessa corrente foi Diógenes (sé.IV a.C.), o mais famoso cínico que levou ao pé da letra, vivendo em absoluta pobreza, vivendi dentro de um barril, nu e que ridicularizava todos os cidadãos e seus hábitos com um humor implacável é o que afirma a História.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Estoicismo
Estoicismo: fundador - Zenão, nascido em Cício, povoação localizada na ilha de Chipre.Através de textos trazidos de Atenas por seu pai, ele entra em cintato com a filosofia.
Problema fundamental escolhido pelos estóicos: a busca da felicidade.
A felicidade, para eles era um estado de tranquilidde plena, só atingida por meio da pratica virtuosa. A virtude era definida como uma negação constante, que consistia na indiferença dirigida a todas as experiências da vida. O único valor para eles é a sabedoria, cultivada do pensamento, única atividade em que vale a pena se empenhar. Resumindo: indifrença direcionada a toda forma de prazer e de sofrimento. Embora o pensamento estóico dedique-se as questões relativas `atitudes individuaism como a moral, também aprsenta esplicações para o universo e como conhecê-lo por meio dos sentidos.
Na política - afirmava: o homem não pertence a um lugar definido, mas sim um cidadão do mundo (cosmopolitismo), Musônio Rufo, afirmou "o mundo é a prátria comum de todos os homens" ( séc. 1 era cristã).
Problema fundamental escolhido pelos estóicos: a busca da felicidade.
A felicidade, para eles era um estado de tranquilidde plena, só atingida por meio da pratica virtuosa. A virtude era definida como uma negação constante, que consistia na indiferença dirigida a todas as experiências da vida. O único valor para eles é a sabedoria, cultivada do pensamento, única atividade em que vale a pena se empenhar. Resumindo: indifrença direcionada a toda forma de prazer e de sofrimento. Embora o pensamento estóico dedique-se as questões relativas `atitudes individuaism como a moral, também aprsenta esplicações para o universo e como conhecê-lo por meio dos sentidos.
Na política - afirmava: o homem não pertence a um lugar definido, mas sim um cidadão do mundo (cosmopolitismo), Musônio Rufo, afirmou "o mundo é a prátria comum de todos os homens" ( séc. 1 era cristã).
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Ceticismo
O fundador dessa escola filosófica - Pirro (360?-272? a.C.) nascido em Élis, participou da expedição macedônia à Índia, onde estudou o pensamento brâmane. Ao retornar, fundou sua escola a qual pregava uma idéia radical: a de que seria impossível conhecer verdadeiramente qualquer coisa. Os céticos admitiam que a realidad existe, porém afirmavam que a humanidade não teria nenhum instrumento para atingir a verdade de coisa alguma. Portanto, a filosofia deveria ser uma negação do saber e não uma busca.
Principal consequencia dessa idéia: todos os valores sociais, que regem o comportamento e as relações entre os homens, deveriam ser desprezados. Segundo os céticos, para atingir a felicidade, dve-se dirigir uma indifrença absoluta aos costumes e aos acontecimentos da vida. O homem feliz seria aquele que tivese atingido o estado de ataraxia - palavra grega = impertubilidade, o estadi de paz concebido pelo ceticismo. Cético ao pé da letra designa uma pessoa pensativa, absorvida em si mesma, portanto "ausente" do mundo.
Principal consequencia dessa idéia: todos os valores sociais, que regem o comportamento e as relações entre os homens, deveriam ser desprezados. Segundo os céticos, para atingir a felicidade, dve-se dirigir uma indifrença absoluta aos costumes e aos acontecimentos da vida. O homem feliz seria aquele que tivese atingido o estado de ataraxia - palavra grega = impertubilidade, o estadi de paz concebido pelo ceticismo. Cético ao pé da letra designa uma pessoa pensativa, absorvida em si mesma, portanto "ausente" do mundo.
O romance de Riobaldo e Diadorim (para seus alunos)
Quandi eu vi aqueles olhos,
Verdes cimi nenhum pasto,
Cortantes palhas de cana,
De lembrá-los não me gasto
Desejei não fossem embora,
E deles nunca me afasto
Vivemos a desventura
De um mal de amor oculto,
Que cresceu dentro de nós
Como sombra, feito um vulto
Que não conheceu afago,
Só guerra, fogo e insulto
Na noite-grande-fatal,
O meu amor encantou-se
Desnudo corpo inteiro
Desencantado mostrou-se
E o que era um segredo,
Sem mais nada revelou-se
Sob as roupas de jagunço,
Corpo se mulher eu via
Adeus, já dada, sem vida,
O vau da minha alegria
Diadorim, Diadorim...
Minha incontida sangria
(Antonio Nóbrega e Wilson Freire)Rev. Sala de aula, julho,2006.
Verdes cimi nenhum pasto,
Cortantes palhas de cana,
De lembrá-los não me gasto
Desejei não fossem embora,
E deles nunca me afasto
Vivemos a desventura
De um mal de amor oculto,
Que cresceu dentro de nós
Como sombra, feito um vulto
Que não conheceu afago,
Só guerra, fogo e insulto
Na noite-grande-fatal,
O meu amor encantou-se
Desnudo corpo inteiro
Desencantado mostrou-se
E o que era um segredo,
Sem mais nada revelou-se
Sob as roupas de jagunço,
Corpo se mulher eu via
Adeus, já dada, sem vida,
O vau da minha alegria
Diadorim, Diadorim...
Minha incontida sangria
(Antonio Nóbrega e Wilson Freire)Rev. Sala de aula, julho,2006.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
A sabedoria dos animais
Há animais sábios no nosso planeta:
As firmigas - povo sem força que, durante o verão preparam suas provisões;
Os gerbis - povo sem poder que fazem suas habitações nos rochedos;
Os gafanhotos - povo que não rei, avançam todos em bando e se repartem
As aranhas - que se pendura com as mãos e penetram nos palácios reais.
(Provérbios 30-25.26.27.28)
As firmigas - povo sem força que, durante o verão preparam suas provisões;
Os gerbis - povo sem poder que fazem suas habitações nos rochedos;
Os gafanhotos - povo que não rei, avançam todos em bando e se repartem
As aranhas - que se pendura com as mãos e penetram nos palácios reais.
(Provérbios 30-25.26.27.28)
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Sem preconceitos
- Maria Inês
- Sou muito tímida, cientista social, professora aposentada,casada, muito sacrificada, humilhada,muito fraca. Gosto de compartilhar tudo que sei, pois foi Deus que me deu, por isso gosto de ajudar.