
Educativo,solidário sempre presente em qualquer ocasião, em qualquer necessidades que se faça presente com ajuda de Deus. Que todas as pessoas que aqui chegarem levem um pouco do que está precisando. Lembrando a cada problema que nosso Deus é sempre maior.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Santa Luzia
Santa Luzia (ou Santa Lúcia), cujo nome deriva do latim, é muito amada e invocada como a protetora dos olhos, janela da alma, canal de luz. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe queria vê-la casada com um jovem de distinta família, porém pagão. Ao pedir um tempo para o discernimento foi para uma romaria ao túmulo da mártir Santa Ágeda, de onde voltou com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimento por que passaria, como Santa Ágeda. Vendeu tudo, deu aos pobres e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Santa Luzia, não querendo oferecer sacrifício ao deuses e nem quebrar o seu santo voto, teve que enfrentar as autoridades perseguidoras e até a decapitação em 303, para assim testemunhar com a vida, ou morte o que disse: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a ele prometi amor e fidelidade".Somente em 1894 o martírio da jovem Luzia, também chamada Lúcia, foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição escrita em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Ilha da Sicília. A inscrição trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte no início do século IV. Mas a devoção à santa, cujo próprio nome está ligado à visão ("Luzia" deriva de "luz"), já era exaltada desde o século V. Além disso, o papa Gregório Magno, passado mais um século, a incluiu com todo respeito para ser citada no cânone da missa. Os milagres atribuídos à sua intercessão a transformaram numa das santas auxiliadoras da população, que a invocam, principalmente, nas orações para obter cura nas doenças dos olhos ou da cegueira. Diz a antiga tradição oral que essa proteção, pedida a santa Luzia, se deve ao fato de que ela teria arrancado os próprios olhos, entregando-os ao carrasco, preferindo isso a renegar a fé em Cristo. A arte perpetuou seu ato extremo de fidelidade cristã através da pintura e da literatura. Foi enaltecida pelo magnífico escritor Dante Alighieri, na obra "A Divina Comédia", que atribuiu a santa Luzia a função da graça iluminadora. Assim, essa tradição se espalhou através dos séculos, ganhando o mundo inteiro, permanecendo até hoje. Luzia pertencia a uma rica família de Siracusa. Sua mãe, Eutíquia, ao ficar viúva, prometeu dar a filha como esposa a um jovem da Corte local. Mas a moça havia feito voto de virgindade eterna e pediu que o matrimônio fosse adiado. Isso aconteceu porque uma terrível doença acometeu sua mãe. Luzia, então, conseguiu convencer Eutíquia a segui-la em peregrinação até o túmulo de santa Águeda ou Ágata. A mulher voltou curada da viagem e permitiu que a filha mantivesse sua castidade. Além disso, também consentiu que dividisse seu dote milionário com os pobres, como era seu desejo. Entretanto quem não se conformou foi o ex-noivo. Cancelado o casamento, foi denunciar Luzia como cristã ao governador romano. Era o período da perseguição religiosa imposta pelo cruel imperador Diocleciano; assim, a jovem foi levada a julgamento. Como dava extrema importância à virgindade, o governante mandou que a carregassem à força a um prostíbulo, para servir à prostituição. Conta a tradição que, embora Luzia não movesse um dedo, nem dez homens juntos conseguiram levantá-la do chão. Foi, então, condenada a morrer ali mesmo. Os carrascos jogaram sobre seu corpo resina e azeite ferventes, mas ela continuava viva. Somente um golpe de espada em sua garganta conseguiu tirar-lhe a vida. Era o ano 304. Para proteger as relíquias de santa Luzia dos invasores árabes muçulmanos, em 1039, um general bizantino as enviou para Constantinopla, atual território da Turquia. Elas voltaram ao Ocidente por obra de um rico veneziano, seu devoto, que pagou aos soldados da cruzada de 1204 para trazerem sua urna funerária. Santa Luzia é celebrada no dia 13 de dezembro e seu corpo está guardado na Catedral de Veneza, embora algumas pequenas relíquias tenham seguido para a igreja de Siracusa, que a venera no mês de maio também.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Dia Universal do Palhaço
O Palhaço é conhecido há aproximadamente 4.000 anos, mas, sempre e em todas as épocas e lugares, pessoas sensíveis e muito inteligentes dedicaram-se à extraordinária arte de provocar o riso.
Na China antiga, os imperadores chineses mantinham o Palhaço com a importante função de enquanto faziam palhaçadas, observassem atentamente, para que pudessem estar certos das suas decisões. Por mais de 1000 anos em várias partes do Oriente os palhaços, eram conhecidos como “homens frívolos”, com máscaras horrendas de bochechas e sobrancelhas enormes e um grande turbante que apareciam nos teatros e em representações religiosas atuando como assistentes de príncipes e princesas. Os melhores e mais populares palhaços orientais sempre representavam dois irmãos, um bem comportado, preocupado e triste, e o outro alegre e estabanado que tudo o que fazia não dava certo.
Na Grécia antiga, há 2.000 anos, os palhaços faziam parte das comédias teatrais ridicularizando as façanhas dos heróis, logo em seguida das peças trágicas.
Na Roma antiga existiam vários palhaços… O “Cicirro” com máscara de cabeça de galo que cacarejava movendo os braços como azas. O “Estúpido” com gorro poteagudo e roupa de retalhos que apanhava dos outros atores que se fazendo enojados provocavam risos no público.
Na Idade Média já com os teatros fechados, as palhaçadas eram mais importantes do que a própria peça teatral. Os palhaços eram os personagens principais atuando em comédias religiosas representando o diabo, os vícios, a estupidez… O mal. Alguns palhaços, logo no inicio do espetáculo, levavam um bota amarrada num barbante, com a qual batiam nos espectadores, ou uma vassoura para varre-los, abrindo caminho para a entrada dos atores mímicos.
Nessa época surgiu também o ”Bobo da Corte”, Palhaço representado, na sua maioria, por atores com alto nível de inteligência, que com suas observações agudas, além de alegrar as pessoas, serviam como “alegres conselheiros” dos soberanos.
No século XVI inicia-se a “Comédia de Arte” nos teatros da Itália e logo se expande por toda a Europa, quando surgem os palhaços marcantes, conhecidos até hoje… O “Arlequim” com sua roupa de retalhos, o “Pantaleão” de vermelho, o “Briguela” de
branco e verde, o “Polichinelo” de branco e gorro poteagudo, o “Doutor” de roupa preta, o “Capitão” com roupa militar, o “Mister Punch” inglês, e o “Pierrot” francês.
A “Pantomima Cômica”, pequena peça teatral apresentada pelos palhaços, como assistimos até hoje dentro do espetáculo circense, surgiu somente a partir da segunda metade do século XIX.
Na China antiga, os imperadores chineses mantinham o Palhaço com a importante função de enquanto faziam palhaçadas, observassem atentamente, para que pudessem estar certos das suas decisões. Por mais de 1000 anos em várias partes do Oriente os palhaços, eram conhecidos como “homens frívolos”, com máscaras horrendas de bochechas e sobrancelhas enormes e um grande turbante que apareciam nos teatros e em representações religiosas atuando como assistentes de príncipes e princesas. Os melhores e mais populares palhaços orientais sempre representavam dois irmãos, um bem comportado, preocupado e triste, e o outro alegre e estabanado que tudo o que fazia não dava certo.
Na Grécia antiga, há 2.000 anos, os palhaços faziam parte das comédias teatrais ridicularizando as façanhas dos heróis, logo em seguida das peças trágicas.
Na Roma antiga existiam vários palhaços… O “Cicirro” com máscara de cabeça de galo que cacarejava movendo os braços como azas. O “Estúpido” com gorro poteagudo e roupa de retalhos que apanhava dos outros atores que se fazendo enojados provocavam risos no público.
Na Idade Média já com os teatros fechados, as palhaçadas eram mais importantes do que a própria peça teatral. Os palhaços eram os personagens principais atuando em comédias religiosas representando o diabo, os vícios, a estupidez… O mal. Alguns palhaços, logo no inicio do espetáculo, levavam um bota amarrada num barbante, com a qual batiam nos espectadores, ou uma vassoura para varre-los, abrindo caminho para a entrada dos atores mímicos.
Nessa época surgiu também o ”Bobo da Corte”, Palhaço representado, na sua maioria, por atores com alto nível de inteligência, que com suas observações agudas, além de alegrar as pessoas, serviam como “alegres conselheiros” dos soberanos.
No século XVI inicia-se a “Comédia de Arte” nos teatros da Itália e logo se expande por toda a Europa, quando surgem os palhaços marcantes, conhecidos até hoje… O “Arlequim” com sua roupa de retalhos, o “Pantaleão” de vermelho, o “Briguela” de
branco e verde, o “Polichinelo” de branco e gorro poteagudo, o “Doutor” de roupa preta, o “Capitão” com roupa militar, o “Mister Punch” inglês, e o “Pierrot” francês.
A “Pantomima Cômica”, pequena peça teatral apresentada pelos palhaços, como assistimos até hoje dentro do espetáculo circense, surgiu somente a partir da segunda metade do século XIX.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Parabéns! Maceió
No dia 09/12/1839, Maceió foi elevada à categoria de cidade e sede do governo provincial, sendo
inaugurada a nova capital em 16/12, pelo Presidente da Provincia Agostinho da Silva Neves, sacramentando definitivamente, a liderança econômica, política e administrativa que já possuia, ´há muito tempo.
Sancionada a Resolução Legislativa nº 11, com a seguintr redação:
"Lei nº 11
Agostinho da Silva Neves, Presidente da Província de Alagoas, faço saber a todos os seus habitantes, que a Assembléia Legislativa Provincial decretou e eu sanciono a seguinte resolução:
Artigo Unico: Fica erecta em Cidade e Capital da Provincia a Vila de Maceió, que sera dora em diante a Sede do Governo, Assembleia, Tesouraria Provincial e aulas maiores, ficando o mesmo Governo autorizado a dispender a quantia necessária com alugueis dos edificios para ditas repartições.
Ficam revogadas todas as leis e disposições em contrário.
Mando portanto a todas as autoridades, a que o conhecimento e execução da referida resolução pertencer, que cumpram e façam cumprir tão inteiramente como nela contem.
O Secretario desta Provincia a faça cumprir, publicar e correr.
Palacio do Governo de Alagoas, 09 de dezembro de 1839, décimo oitavo da Independencia do Imperio.
Agostinho da Silva Neves
Nesta Secretaria do governo, foi pubicada a presente resolução em 09 de dezembro de 1.839 - Antônio Luiz de Araujo"
Seis dias depois, Silva neves voltou para Maceió e, no dia 16 de dezembro, inaugurou a nova Capital da Privincia de Alagoas.
Não se sabe porque, Agostinho da Silva Neves passou muito pouco tempo no poder. No mês seguinte à sua volta, janeiro de 1840, João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, natural de São Miguel dos Campos, assumiu o Governo Provisorio.
(Copiado do livro: Maceió 180 anos de História)
inaugurada a nova capital em 16/12, pelo Presidente da Provincia Agostinho da Silva Neves, sacramentando definitivamente, a liderança econômica, política e administrativa que já possuia, ´há muito tempo.
Sancionada a Resolução Legislativa nº 11, com a seguintr redação:
"Lei nº 11
Agostinho da Silva Neves, Presidente da Província de Alagoas, faço saber a todos os seus habitantes, que a Assembléia Legislativa Provincial decretou e eu sanciono a seguinte resolução:
Artigo Unico: Fica erecta em Cidade e Capital da Provincia a Vila de Maceió, que sera dora em diante a Sede do Governo, Assembleia, Tesouraria Provincial e aulas maiores, ficando o mesmo Governo autorizado a dispender a quantia necessária com alugueis dos edificios para ditas repartições.
Ficam revogadas todas as leis e disposições em contrário.
Mando portanto a todas as autoridades, a que o conhecimento e execução da referida resolução pertencer, que cumpram e façam cumprir tão inteiramente como nela contem.
O Secretario desta Provincia a faça cumprir, publicar e correr.
Palacio do Governo de Alagoas, 09 de dezembro de 1839, décimo oitavo da Independencia do Imperio.
Agostinho da Silva Neves
Nesta Secretaria do governo, foi pubicada a presente resolução em 09 de dezembro de 1.839 - Antônio Luiz de Araujo"
Seis dias depois, Silva neves voltou para Maceió e, no dia 16 de dezembro, inaugurou a nova Capital da Privincia de Alagoas.
Não se sabe porque, Agostinho da Silva Neves passou muito pouco tempo no poder. No mês seguinte à sua volta, janeiro de 1840, João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, natural de São Miguel dos Campos, assumiu o Governo Provisorio.
(Copiado do livro: Maceió 180 anos de História)
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
A Rosa

A rosa, seu nome vem do latim, que por sua vez procede do grego rhodon numa referência a Rodes, ilha coberta de rosas.Qualificada como " a rainha das flores" pela poetisa Safo no século VI a.C. ela teria sido criada segundo a mitologia grega por Clóris, deusa das flores (Flora entre os romanos), com o corpo inanimado de uma ninfa.Foi consagrada a Afrodite, deusa do amor, e depois a Vênus, na época romana. Dionisio, segundo a tradição mais difundida, ofereceu-lhe seu perfume inebriante, e as Três Graças lhe concederam o encanto e o brilho que ela trazia aos que a contemplavam. Cupido, filho de Marte, deus da guerra e de Vênus, usava uma coroa de rosas, assim como Priapo, deus dos jardins e da fecundidade. Mil anos ante da nossa era, a rosa-de-damasco, uma das mais antigas que se conhece, era cultivada na ilha de Samoa, no Mediterrâneo, em honra a Afrodite.
As lendas que falam do nascimento da rosa vermelha, símbolo de regeneração, são muitas.
Uma das versões da mitologia grega conta que ela teria sido tingida com o sangue de Adônis, mortalmente ferido, e o de sua amante Afrodite, que ao correr em seu socorro, teria se machucado num arbusto de rosas brancas. O branco, símbolo da pureza e o vermelho, símbolo da paixão amorosa, evocam os dois aspectos do amor encarnado por Vênus-Afrodite, por essa razão que a rosa era utilizada na Antiguidade nas cerimônias nupciais: coroas de rosa ornavam a fronte dos esposos.
Descobriram-se buquês intactos no sarcófago de TulanKhamon, e, sob o reinado e Ramses II sua essência se tornou um dos ingredientes de base dos rituais de mumificação.
A rainha Cleópatra (69 a 30 a.C.) teria exigido que uma de suas sala no palácio em Alenxandria fosse enchida com pétalas até a altura dos joelhos com a finalidade de seduzir Marco Antonio.
Na Idade Média, a literatura se apoderou da rosa, símbolo do amor como o alegórico Romance da Rosa de Guilaume de Lorris, um best-seller do séculoXIII, em cuja história um jovem sonha com o amor ideal e neste sonho a mulher que ele ama é simbolizada por um botão de rosa, em um jardim representando a vida cortês.
Mas as Cruzadas é que iriam desempenhar um papel determinante na expansão da cultura das roseiras na França.
O conde de Champagne trouxe da Terra Santa em 1240, uma variedade de um púrpuro violáceo que se converteu na célebre rosa Provins," Batizado Rosa gallica officinalis" pelos botânicos, essa flor soberba de aroma inebriante, também era conhecida pelo nome de "rosa dos boticários" em razão de suas propriedades medicinais.
O Renascimento associava flor o amor eterno.
Foram pétalas de rosas esvoaçantes que Sandro Botticelli pintou em 1485 em seu quadro O Nascimento de Vênus.
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Sem preconceitos
- Maria Inês
- Sou muito tímida, cientista social, professora aposentada,casada, muito sacrificada, humilhada,muito fraca. Gosto de compartilhar tudo que sei, pois foi Deus que me deu, por isso gosto de ajudar.








