quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O Zé Pereira

Considerado o primeiro grande símbolo do carnaval, veio de Portugal, o tocador de bombo, precursor do rei momo.
Rostão amorenado e simpático, olhos brejeiros, bigode curto e grisalho, cabelos brancos e à escovinha, barba escanhoada, altura regular, ombros e cadeiras largas, peito cabeludo, muscultura de atleta, sempre em mangas de camisa e muita saúde, esse era o José Nogueira de Azevedo Paredes, o português, que em uma segunda-feira de carnaval, por volta de 1850, reunido com conterraneos no Rio de Janeiro relembra dos desfiles de sua cidade natal e resolve reproduzi-los.
Alugaram zabumbas e tambores e, liderados pelo bombo de Zé Pereira percorrem as ruas fazendo tanto sucesso que nos anos seguintes a brincadeira se repete. As pessoas gritavam vivas ao grupo e trocaram o Nogueira por Pereira, nasceu assim o mito do Zé Pereira, símbolo do Carnaval.. Clubes carnavalescos, blocos e cordões passaram a desfilar com zé-pereiras.

O Entrudo

O Entrudo era festejado antes de Cristo para comemorar a chegada da primavera.
D. Pedro II e membros da realeza gostavam de participar do Entrudo. O qual era feito no palácio.
A brincadeira que precedeu o Carnaval era adotada em todo o país, as vezes chegava a violencia e algumas leis municipais proibissem a prática, era considerada nociva.
Vinda de Portugal, onde acontecia entre sábado Gordo e a quarta-feira de Cinzas, na abertura da primavera, era realizado entre famílias amigas ou pessoas conhecidas, mais tarde ganha as ruas, popularizando-se, atingidos por baldes de água, farinha, cinzas, lama, onde quer que as pessoas se encontrassem. As casas ficavam inundads, pessoas nas ruas molhadas e todos se divertiam.
Mais civilizado chega ao início do século, as pessoas sendo atingidas por limõezinhos de cera, cheios de água perfumada. Até o carnaval se impor no país.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Frutas cristalizadas

Além de muito gostosas, elas dão um charme especial a qualquer prato. São fáceis de preparar. Basicamente, utiliza-se água, açúcar, fruta e conforme o resultado desejado usa-se cal virgem. Algumas receitas pedem ate dez dias para o açúcar se incrustrar nas frutas. Existem forma simples, práticas e economicas como as que requerem somente as cascas como ingrediente principal. As frutas citricas, cidra, laranja e limão oferecem as melhores cascas para cristalizar: corta-se a fruta em quatro, retra-se a polpa, que pode ser usada para geleia, compota ou suco. Em seguida, lava-se bem a casca e ferve-se por 10 minutos, com uma pitada e sal, para neutralizar a acidez. Depois, é só passar pelo processo de cristalização da polpa das frutas.

Mamão cristalizado

2 mamões médios verdes ou durinhos
3 colheres de cal virgem (encontrado em casas de material de construção)
1 quilo de açúcar
1 litro de água para fazer a cada.

Preparo

Antes de tudo, faça a calda somente com água e açúcar. Deixe ferver até engrossar, tomar cuidado para não caramelizar. Reserve.
Lave bem os mamões, retire as sementes e corte-os em cubos.
Deixar de molho na cal virgem por três horas, com água suficiente para cobri-los.
Passado esse tempo, lave-os bem e escorra.
Quando estiverem secos, coloque-os na calda já pronta e deixe por uma hora no fogo baixo, ou até atingirem uma coloração amarelada. Está pronta.
Para armazenar, utilize pote de vidro, guardar os mamões frios cristalizados com ou sem calda. Se quiser secos deve escorrer antes para retirar todo o xarope e esperar algumas horas para secarem bem.

Sugestões de frutas

Figo, pera verde, abacaxi, banana, pêssego verde, damasco, kiwi, cereja, mamão verde (com ou sem casca), laranja, limão, cidra (com ou sem casca) e casca de melancia.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Drª Zilda Arns


Drª Zilda Arns

Médica especializada em pediatria, sanitarista e doutora. Zilda Arns Neumann nasceu em 1934, na cidade de Forquilha, Estado de Santa Catarina. Desde cedo sentia vocação para a ajudar as pessoas.
Iniciou a sua formação acadêmica em sua cidade natal. Em 1959, concluiu o curso de Medicina na Universidade Federal do Paraná, na cidade de Curitiba. Se especializou em Educação Física, Pediatria Social e em outros aperfeiçoamentos.
Iniciou como médica pediatra no Hospital de Crianças Cezas Pernetta, na cidade de Curitiba. Tornou-se viúva em 1978, era mãe de cinco filhos: Rubens e Nelson que são médicos; Heloísa, psicóloga; Rogério e Silvia, administradores de empresas.
Além de grande profissional na área médica, foi uma grande mãe dona-de-casa, conciliando a família, o serviço público e o consultório médico que tinha nos fundos de sua casa; o seu consultório funcionava no final das tardes.
Foi diretora da Associação Filantrópica Sara Lattes, onde organizou postos de saúde materno-infantil e coordenou o treinamento de alunas em magistérios e médicos residentes.
Em 1979, coordenou o Ano Internacional da Criança no Paraná, evento apoiado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), com a participação no Ministério da Saúde. No ano seguinte, comandou a campanha de vacinação contra a poliomielite no Estado.
Em 1983, fundou e coordenou a Pastoral da Ctoança, órgão pertencente à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O órgão tem a missão de trabalhar contra a mortalidade infantil, numa ideia surgida entre uma conversa de James Grant, então diretor executivo do Unicef com Dom Paulo Evaristo Arns, irmão de Zilda, e arcebispo emérito de São Paulo.
O órgão possui milhares de voluntários que atuam em diversas comunidades pobres do Brasil. Dão apoio para as gestantes, supervisão nutricional, informações sobre o aleitamento materno, controle do peso e crescimento da criança. Há também o controle da diarreia e a prevenção da reidratação oral.
No dia 13 de janeiro de 2010, o comando do exército brasileiro no Haiti, confirmou que muitos milititares e civis brasileiros morreram no terremoto que atingiu o país. Entre as vítimas estavam a doutora Zilda Arns, de 75 anos de idade.

Drª Zilda Arns


Drª Zilda Arns

Drª Zilda Arns recebe a comenda Esperidião Rodrigues em Arapiraca

Sem preconceitos

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Sou muito tímida, cientista social, professora aposentada,casada, muito sacrificada, humilhada,muito fraca. Gosto de compartilhar tudo que sei, pois foi Deus que me deu, por isso gosto de ajudar.

Educar brincando