quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Dia Universal do Palhaço

O Palhaço é conhecido há aproximadamente 4.000 anos, mas, sempre e em todas as épocas e lugares, pessoas sensíveis e muito inteligentes dedicaram-se à extraordinária arte de provocar o riso.

Na China antiga, os imperadores chineses mantinham o Palhaço com a importante função de enquanto faziam palhaçadas, observassem atentamente, para que pudessem estar certos das suas decisões. Por mais de 1000 anos em várias partes do Oriente os palhaços, eram conhecidos como “homens frívolos”, com máscaras horrendas de bochechas e sobrancelhas enormes e um grande turbante que apareciam nos teatros e em representações religiosas atuando como assistentes de príncipes e princesas. Os melhores e mais populares palhaços orientais sempre representavam dois irmãos, um bem comportado, preocupado e triste, e o outro alegre e estabanado que tudo o que fazia não dava certo.

Na Grécia antiga, há 2.000 anos, os palhaços faziam parte das comédias teatrais ridicularizando as façanhas dos heróis, logo em seguida das peças trágicas.

Na Roma antiga existiam vários palhaços… O “Cicirro” com máscara de cabeça de galo que cacarejava movendo os braços como azas. O “Estúpido” com gorro poteagudo e roupa de retalhos que apanhava dos outros atores que se fazendo enojados provocavam risos no público.

Na Idade Média já com os teatros fechados, as palhaçadas eram mais importantes do que a própria peça teatral. Os palhaços eram os personagens principais atuando em comédias religiosas representando o diabo, os vícios, a estupidez… O mal. Alguns palhaços, logo no inicio do espetáculo, levavam um bota amarrada num barbante, com a qual batiam nos espectadores, ou uma vassoura para varre-los, abrindo caminho para a entrada dos atores mímicos.

Nessa época surgiu também o ”Bobo da Corte”, Palhaço representado, na sua maioria, por atores com alto nível de inteligência, que com suas observações agudas, além de alegrar as pessoas, serviam como “alegres conselheiros” dos soberanos.

No século XVI inicia-se a “Comédia de Arte” nos teatros da Itália e logo se expande por toda a Europa, quando surgem os palhaços marcantes, conhecidos até hoje… O “Arlequim” com sua roupa de retalhos, o “Pantaleão” de vermelho, o “Briguela” de
branco e verde, o “Polichinelo” de branco e gorro poteagudo, o “Doutor” de roupa preta, o “Capitão” com roupa militar, o “Mister Punch” inglês, e o “Pierrot” francês.
A “Pantomima Cômica”, pequena peça teatral apresentada pelos palhaços, como assistimos até hoje dentro do espetáculo circense, surgiu somente a partir da segunda metade do século XIX.

10/12 - Dia Universal do Palhaço


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Maceió antigo





































Parabéns! Maceió

No dia 09/12/1839, Maceió foi elevada à categoria de cidade e sede do governo provincial, sendo
inaugurada a nova capital em 16/12, pelo Presidente da Provincia Agostinho da Silva Neves, sacramentando definitivamente, a liderança econômica, política e administrativa que já possuia, ´há muito tempo.
Sancionada a Resolução Legislativa nº 11, com a seguintr redação:

"Lei nº 11

Agostinho da Silva Neves, Presidente da Província de Alagoas, faço saber a todos os seus habitantes, que a Assembléia Legislativa Provincial decretou e eu sanciono a seguinte resolução:
Artigo Unico: Fica erecta em Cidade e Capital da Provincia a Vila de Maceió, que sera dora em diante a Sede do Governo, Assembleia, Tesouraria Provincial e aulas maiores, ficando o mesmo Governo autorizado a dispender a quantia necessária com alugueis dos edificios para ditas repartições.
Ficam revogadas todas as leis e disposições em contrário.
Mando portanto a todas as autoridades, a que o conhecimento e execução da referida resolução pertencer, que cumpram e façam cumprir tão inteiramente como nela contem.
O Secretario desta Provincia a faça cumprir, publicar e correr.
Palacio do Governo de Alagoas, 09 de dezembro de 1839, décimo oitavo da Independencia do Imperio.

Agostinho da Silva Neves

Nesta Secretaria do governo, foi pubicada a presente resolução em 09 de dezembro de 1.839 - Antônio Luiz de Araujo"

Seis dias depois, Silva neves voltou para Maceió e, no dia 16 de dezembro, inaugurou a nova Capital da Privincia de Alagoas.
Não se sabe porque, Agostinho da Silva Neves passou muito pouco tempo no poder. No mês seguinte à sua volta, janeiro de 1840, João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, natural de São Miguel dos Campos, assumiu o Governo Provisorio.

(Copiado do livro: Maceió 180 anos de História)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A Rosa


A rosa, seu nome vem do latim, que por sua vez procede do grego rhodon numa referência a Rodes, ilha coberta de rosas.

Qualificada como " a rainha das flores" pela poetisa Safo no século VI a.C. ela teria sido criada segundo a mitologia grega por Clóris, deusa das flores (Flora entre os romanos), com o corpo inanimado de uma ninfa.Foi consagrada a Afrodite, deusa do amor, e depois a Vênus, na época romana. Dionisio, segundo a tradição mais difundida, ofereceu-lhe seu perfume inebriante, e as Três Graças lhe concederam o encanto e o brilho que ela trazia aos que a contemplavam. Cupido, filho de Marte, deus da guerra e de Vênus, usava uma coroa de rosas, assim como Priapo, deus dos jardins e da fecundidade. Mil anos ante da nossa era, a rosa-de-damasco, uma das mais antigas que se conhece, era cultivada na ilha de Samoa, no Mediterrâneo, em honra a Afrodite.

As lendas que falam do nascimento da rosa vermelha, símbolo de regeneração, são muitas.

Uma das versões da mitologia grega conta que ela teria sido tingida com o sangue de Adônis, mortalmente ferido, e o de sua amante Afrodite, que ao correr em seu socorro, teria se machucado num arbusto de rosas brancas. O branco, símbolo da pureza e o vermelho, símbolo da paixão amorosa, evocam os dois aspectos do amor encarnado por Vênus-Afrodite, por essa razão que a rosa era utilizada na Antiguidade nas cerimônias nupciais: coroas de rosa ornavam a fronte dos esposos.

Descobriram-se buquês intactos no sarcófago de TulanKhamon, e, sob o reinado e Ramses II sua essência se tornou um dos ingredientes de base dos rituais de mumificação.

A rainha Cleópatra (69 a 30 a.C.) teria exigido que uma de suas sala no palácio em Alenxandria fosse enchida com pétalas até a altura dos joelhos com a finalidade de seduzir Marco Antonio.

Na Idade Média, a literatura se apoderou da rosa, símbolo do amor como o alegórico Romance da Rosa de Guilaume de Lorris, um best-seller do séculoXIII, em cuja história um jovem sonha com o amor ideal e neste sonho a mulher que ele ama é simbolizada por um botão de rosa, em um jardim representando a vida cortês.

Mas as Cruzadas é que iriam desempenhar um papel determinante na expansão da cultura das roseiras na França.

O conde de Champagne trouxe da Terra Santa em 1240, uma variedade de um púrpuro violáceo que se converteu na célebre rosa Provins," Batizado Rosa gallica officinalis" pelos botânicos, essa flor soberba de aroma inebriante, também era conhecida pelo nome de "rosa dos boticários" em razão de suas propriedades medicinais.

O Renascimento associava flor o amor eterno.

Foram pétalas de rosas esvoaçantes que Sandro Botticelli pintou em 1485 em seu quadro O Nascimento de Vênus.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Dia de Ação de Graças

DIA DE AÇÃO DE GRAÇASA origem da comemoração do dia de ação de graças remonta há milhares de anos, quando povos antigos se reuniam para festejar a colheita de seus cereais, base de sua alimentação e subsistência. Porém, tomou incremento, nos tempos modernos, quando um grupo de protestantes, em 1620, abandonou a Inglaterra devido a perseguições religiosas rumo à América.Eram 102 pessoas que viajaram no navio Mayflowers e eram chamados “os puritanos”.Vindos para uma terra estranha e selvagem, muito sofreram ante as intempéries do tempo e da falta de experiência no cultivo da terra e tendo ainda que construir suas casas antes que o inverno chegasse. Muito os ajudaram os índios americanos, que lhes ensinaram a lavrar a terra, a plantar e a caçar. Porém, mais da metade destes peregrinos morreu antes da primeira colheita pelas doenças e outras causas. No ano seguinte, quando chegou a época de colher os frutos da terra, ficaram maravilhados com a fartura. Após a colheita eles se reuniram para comemorar e agradecer a Deus por aquela bênção e pela terra que haviam escolhido para sua pátria. O presidente George Washington fez uma proclamação a favor da festividade, ficando escolhida a última quinta-feira de novembro para expressar a gratidão nacional.No ano de 1909, Joaquim Nabuco, embaixador do Brasil nos Estados Unidos assistiu ao culto de ação de graças e, impressionado, declarou: “Quisera que toda a humanidade se unisse, num mesmo dia, para um universal agradecimento a Deus”. Mas foi o presidente Eurico Gaspar Dutra que instituiu o Dia Nacional de Ação de Graças, em 17 de agosto de 1949. A lei foi regulamentada no ano de 1965 pelo então presidente Castelo Branco, quando se oficializou a quarta quinta-feira do mês de novembro para a comemoração em todo o território nacional.O Dia Nacional de Ação de Graças é um momento especial para agradecer por todas as maravilhas que nos cercam (Ts 5,16-18), pela grande dádiva da vida, pela grandiosidade da criação e evolução do universo, pelas belezas da natureza, por todos os talentos e dons presenteados à humanidade (Sl 117). Dia em que todos devem fazer uma pausa em seus afazeres, independente da fé ou crenças, e refletir, agradecer a Deus por todos os bens recebidos: a saúde, o amor, a pátria, o trabalho, a família, pelo conforto e auxílio nas dificuldades e provações cotidianas, e através de sua espiritualidade própria e peculiar dar graças. Acompanhar a atitude de todos os povos que no decorrer da história demostram reconhecer a bondade de Deus e com hinos e cantos, orações e contemplação, dar-se conta de sua presença e atuação em nossas vidas, interagindo conosco e mostrando-se sempre carinhoso, revelando que tudo provém e manifesta seu infinito amor.

Silvio Luiz Wolitz de Almeida Jr.,agente de pastoral e estudante de Teologia da PUCRS,professor de Ensino Religioso e Biólogo

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Sem preconceitos

Minha foto
Sou muito tímida, cientista social, professora aposentada,casada, muito sacrificada, humilhada,muito fraca. Gosto de compartilhar tudo que sei, pois foi Deus que me deu, por isso gosto de ajudar.

Educar brincando